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Vivo anuncia desligamento da rede 2G para ampliar investimentos em 4G e 5G

Foto do escritor: GUIA MIRAI
GUIA MIRAI
6 de ago.
2 min de leitura

Por Guia Miraí


A Vivo anunciou que pretende desativar gradualmente sua rede 2G no Brasil, como parte de uma estratégia para concentrar investimentos nas tecnologias 4G e 5G. A medida busca modernizar a infraestrutura da operadora, oferecendo conexões mais rápidas, estáveis e eficientes para a maioria dos clientes.


Embora ainda não exista uma data oficial para o encerramento definitivo da rede 2G, a empresa informou que a transição ocorrerá de forma planejada e deverá impactar aparelhos e equipamentos que ainda dependem exclusivamente dessa tecnologia.


Quem será afetado?


O desligamento da rede 2G pode atingir principalmente:


* Celulares mais antigos que não possuem suporte ao 4G ou 5G;

* Rastreadores veiculares;

* Máquinas de cartão;

* Alarmes e sistemas de monitoramento;

* Equipamentos de telemetria e dispositivos da chamada Internet das Coisas (IoT).


Nesses casos, será necessário atualizar ou substituir os equipamentos para garantir o funcionamento após a desativação da rede.


Por que a Vivo está encerrando o 2G?


Segundo a operadora, o objetivo é utilizar as frequências atualmente ocupadas pelo 2G para expandir e melhorar os serviços de 4G e 5G. A mudança permitirá maior capacidade da rede, melhor cobertura, mais velocidade de internet e redução de custos operacionais.


O processo acompanha uma tendência mundial, já adotada por diversas operadoras em diferentes países, que vêm aposentando tecnologias mais antigas para ampliar a eficiência das redes móveis.


O que os clientes devem fazer?


A orientação é que os consumidores verifiquem se seus celulares e dispositivos são compatíveis com as redes 4G ou 5G. Caso utilizem equipamentos antigos que funcionam apenas em 2G, será necessário providenciar a substituição antes da conclusão do processo de desligamento.


A Vivo informou que divulgará o cronograma oficial da transição quando as datas forem definidas, permitindo que clientes e empresas tenham tempo para se adaptar.


A expectativa é que a mudança represente um avanço na qualidade dos serviços móveis no país, embora exija atenção de usuários e empresas que ainda utilizam equipamentos baseados exclusivamente na tecnologia 2G.

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