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Roberta Luchsinger, Amiga de Lulinha , recebeu R$ 41 milhões de empresário ligado a esquema do INSS, aponta Coaf

  • Foto do escritor: GUIA MIRAI
    GUIA MIRAI
  • há 2 horas
  • 2 min de leitura

Por Guia Miraí


Relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) revelaram que a empresária Roberta Luchsinger, miraiense, amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, recebeu cerca de R$ 41 milhões de empresas vinculadas ao lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”. Ele é investigado por envolvimento em um esquema bilionário de fraudes contra aposentadorias.


Segundo os dados analisados por investigadores, os valores foram transferidos por meio de empresas relacionadas ao empresário investigado. Parte dessas movimentações levantou suspeitas de possível lavagem de dinheiro, especialmente por envolver operações fracionadas e gastos considerados atípicos.


Entre os indícios apontados estão:

• Transferências milionárias para empresas ligadas à empresária;

• Uso de recursos em bens de alto valor, como joias;

• Pagamentos a terceiros e empresas de turismo.


A Polícia Federal avalia que esse padrão pode indicar tentativa de ocultar a origem dos recursos.


O caso está inserido em uma investigação mais ampla sobre fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que envolve o “Careca do INSS” e já provocou forte impacto político em Brasília.


O empresário é apontado como operador de um esquema de desvios em benefícios previdenciários e foi preso após a deflagração de operação policial em 2025.


As revelações sobre o fluxo de dinheiro e conexões políticas contribuíram para a crise que culminou na queda de um ministro, ampliando a repercussão do caso.


A empresária é descrita nas investigações como elo entre o lobista e Lulinha. Foi ela quem teria apresentado o empresário ao filho do presidente.


A defesa de Lulinha afirma que:

• a relação com o empresário era apenas social;

• ele não participou de negócios nem recebeu valores;

• desconhecia qualquer atividade ilegal.

A defesa de Roberta Luchsinger também nega qualquer prática ilícita. Advogados afirmam que todas as transações foram legais, com documentação e origem comprovadas, e que não há indícios de lavagem de dinheiro.


O caso segue sob investigação da Polícia Federal e do Supremo Tribunal Federal (STF). A apuração inclui quebra de sigilos bancários e análise detalhada das movimentações financeiras.


As autoridades buscam esclarecer:

• a origem dos recursos;

• a eventual ligação com o esquema de fraudes no INSS;

• o papel de cada envolvido nas transações.


Seguimos acompanhando o caso.

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