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MULHER VENCE O CÂNCER, MAS ACABA MORTA EM ASSALTO FORJADO PELO MARIDO

  • Foto do escritor: GUIA MIRAI
    GUIA MIRAI
  • 30 de set.
  • 2 min de leitura
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Por Guia Miraí


Em um caso que mistura tragédia e traição, Jaqueline Rodrigues Pereira, de 37 anos, foi assassinada pelo próprio marido, Adriano Forgiarini, em São Miguel do Iguaçu, no oeste do Paraná. O crime, ocorrido em 13 de setembro, inicialmente parecia um assalto violento, mas investigações revelaram que se tratava de um feminicídio cuidadosamente planejado.


Jaqueline havia vencido um câncer de mama em março deste ano e estava reconstruindo sua vida. Mãe de um menino de 11 anos e recém-formada em Gestão Ambiental, ela parecia estar no caminho da recuperação e felicidade. No entanto, poucos meses depois, sua vida foi brutalmente interrompida.


Adriano, com um ferimento à bala, alegou que ambos haviam sido vítimas de um assalto em sua residência. A casa estava revirada, e ele foi encontrado em um hotel em São Miguel do Iguaçu. No entanto, a polícia descobriu que ele havia forjado a cena do crime para ocultar o feminicídio.


Análises de câmeras de segurança e mensagens enviadas pelo celular de Jaqueline revelaram a verdade. A primeira gravação mostra um disparo às 5h22 da manhã; dez minutos depois, uma mensagem foi enviada do celular de Jaqueline para um grupo da família, sugerindo que ela ainda estava viva. Cerca de uma hora depois, um segundo disparo é registrado, momento em que Adriano provavelmente atirou em si mesmo. Além disso, a movimentação dentro da casa foi capturada pelo reflexo de uma porta de vidro.


O desfecho


Com base nas evidências, a polícia concluiu que o crime foi premeditado e que Adriano matou Jaqueline para encobrir suas intenções. Ele foi preso e está aguardando julgamento. O caso é tratado como feminicídio, e a comunidade local está chocada com a brutalidade do ato.


Este caso destaca a importância de estarmos atentos às mudanças nos relacionamentos e de apoiar as vítimas de violência doméstica. Jaqueline havia superado uma batalha contra o câncer, mas não conseguiu escapar da violência em casa. É essencial que continuemos a lutar contra o feminicídio e a apoiar as mulheres em situações de risco.

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