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VOLKSWAGEN, TOYOTA, GENERAL MOTORS E STELLANTIS AVISAM LULA QUE VAI DEMITIR SE VIER PACOTE PRÓ-CHINA

  • Foto do escritor: GUIA MIRAI
    GUIA MIRAI
  • 31 de jul.
  • 2 min de leitura
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Por Guia Miraí


Volkswagen, Toyota, General Motors e Stellantis, as quatro maiores montadoras que operam no Brasil, enviaram uma carta conjunta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 15 de junho, alertando sobre os impactos negativos de uma medida governamental iminente.


O plano, coordenado pela Casa Civil sob a liderança do ministro Rui Costa (PT), prevê incentivos à produção de veículos no país por meio do sistema SKD (Semi Knocked Down), no qual os carros chegam quase prontos do exterior e são apenas montados localmente, com baixo uso de fornecedores nacionais.


As montadoras expressaram profunda preocupação, afirmando que a medida poderá causar uma perda imediata de R$ 60 bilhões em investimentos já previstos e a demissão de até 10 mil trabalhadores diretos. Além disso, o impacto na cadeia produtiva pode ser ainda maior, com a estimativa de que para cada emprego perdido na montadora, outros dez podem ser eliminados entre os fornecedores, totalizando até 50 mil cortes.


O documento é assinado por figuras proeminentes da indústria automobilística:

Ciro Possobom (Volkswagen), Evandro Maggio (Toyota), Emanuele Cappellano (Stellantis) e Santiago Chamorro (GM).


Segundo os executivos, a principal preocupação é que o incentivo ao modelo SKD beneficiaria especialmente as empresas chinesas, que poderiam importar veículos quase completos e montá-los no Brasil com custos significativamente mais baixos, prejudicando a competitividade das montadoras já estabelecidas e com maiores investimentos locais.


O governo, por sua vez, ainda não se manifestou oficialmente sobre a carta das montadoras. A expectativa é que o diálogo entre as partes seja intensificado nas próximas semanas para buscar um consenso que evite impactos negativos na indústria e nos empregos. A situação evidencia a tensão entre as políticas de incentivo e a proteção da indústria nacional, em um cenário de crescente participação de montadoras estrangeiras no mercado brasileiro.

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