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“REPUGNANTE”: MICHELLE BOLSONARO CONDENA CRIME ATRIBUÍDO AO PARENTE E REJEITA ASSOCIAÇÃO AO SEU NOME

  • Foto do escritor: GUIA MIRAI
    GUIA MIRAI
  • 4 de ago.
  • 2 min de leitura
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Por Guia Miraí


Ex-primeira-dama classificou como “repugnante” o caso envolvendo seu tio preso por suspeita de pornografia infantil


A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro se pronunciou com veemência neste sábado (2) sobre a prisão de seu tio, Gilberto Firmo Ferreira, ocorrida na última sexta-feira (1º), em Ceilândia (DF). O homem foi detido por suspeita de armazenar e compartilhar material de pornografia infantil e, após audiência de custódia, responderá ao processo em liberdade provisória.


Em nota pública, Michelle classificou o caso como “lastimável, revoltante e repugnante” e deixou claro que não possui qualquer vínculo com o familiar há mais de 18 anos. “Caso as acusações sejam confirmadas, que ele receba integralmente o peso da Justiça”, afirmou.


“Rejeito qualquer associação ao meu nome”


A ex-primeira-dama criticou tentativas de associar sua imagem ao caso, afirmando que repudia com veemência qualquer crime contra crianças e adolescentes, independentemente de laços de sangue com os acusados.


“A responsabilização deve alcançar inclusive parentes que pratiquem qualquer tipo de violação aos valores humanos fundamentais”, disse.


Michelle declarou ainda ter recebido a notícia com “profunda tristeza e indignação” enquanto cumpria agenda no estado do Pará, e reforçou sua posição:


“Rejeito com veemência qualquer tentativa de atrelar meu nome ou minha reputação pessoal e profissional a atos praticados por terceiros, parentes ou não.”


Repercussão e contexto


O caso tem repercutido amplamente nas redes sociais e na imprensa, especialmente pelo vínculo familiar com a figura pública de Michelle Bolsonaro. Apesar disso, juristas e especialistas ressaltam que a ex-primeira-dama não é investigada no caso, tampouco possui qualquer responsabilidade legal sobre as acusações contra o tio.


Organizações de defesa dos direitos da infância se manifestaram cobrando rigor na apuração e punição, reforçando que crimes como o compartilhamento de pornografia infantil são gravíssimos e devem ser tratados com máxima atenção pelas autoridades.

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