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PETROBRAS REDUZ PREÇO DO GÁS EM 14% PARA DISTRIBUIDORAS E IMPACTO NO CONSUMIDOR AVALIADO

  • Foto do escritor: GUIA MIRAI
    GUIA MIRAI
  • 28 de jul.
  • 2 min de leitura
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Por Guia Miraí

(com informações de Jornal O Globo)


A Petrobras anunciou uma significativa redução de 14% no preço de venda do gás natural para as distribuidoras, uma medida que entrará em vigor nesta sexta-feira, 1º de agosto. O corte de valores abrange o gás canalizado, utilizado por indústrias, comércios e residências, e o Gás Natural Veicular (GNV), popular entre motoristas. No entanto, o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), o gás de botijão, não está incluído nessa nova política de preços.


A decisão da estatal brasileira reflete o mecanismo de reajuste trimestral previsto nos contratos com as distribuidoras, como a Naturgy no Rio de Janeiro. Segundo a Petrobras, a parcela do preço do gás vinculada à molécula do produto é atualizada a cada três meses, acompanhando as flutuações do preço do petróleo no mercado internacional e as variações da taxa de câmbio.


A expectativa do mercado e dos consumidores agora se volta para o repasse dessa redução na ponta final. Historicamente, a diminuição nos preços de venda da Petrobras para as distribuidoras não se traduz automaticamente em uma queda proporcional para o consumidor, devido a outros componentes que formam o preço final do gás, como impostos estaduais e federais, custos de transporte e a margem de lucro das distribuidoras e postos de combustíveis.


Analistas do setor energético apontam que a medida pode aliviar a pressão sobre os custos de indústrias que utilizam o gás natural em seus processos produtivos, potencialmente contribuindo para a redução de preços de bens e serviços. Para os proprietários de veículos movidos a GNV, a notícia é positiva e pode incentivar o uso do combustível, conhecido por ser uma alternativa mais econômica e menos poluente em comparação com a gasolina e o etanol.


A política de preços da Petrobras tem sido um tema central no debate econômico e social do país. A empresa tem buscado alinhar seus preços aos valores praticados no mercado internacional, ao mesmo tempo em que precisa considerar o impacto dessas flutuações na economia doméstica. A atual redução, embora não inclua o gás de cozinha, representa um movimento importante na composição dos custos de energia para diversos setores da sociedade.

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