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MÃE QUE DOPOU E MATOU FILHA DE 7 ANOS EM LEOPOLDINA, É TRANSFERIDA PARA HOSPITAL PSIQUIÁTRICO EM BARBACENA MG

  • Foto do escritor: GUIA MIRAI
    GUIA MIRAI
  • 3 de jul.
  • 2 min de leitura
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Na última quarta-feira (02), a mãe presa após dopar e matar sua filha de 7 anos foi transferida para o Hospital Psiquiátrico e Judiciário Jorge Vaz, em Barbacena, conforme informações divulgadas pela Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp). A mulher, que foi presa em flagrante, confessou o crime brutal, afirmando ter dado um ansiolítico à criança e, em seguida, a asfixiado até a morte.


O caso, que chocou a cidade de Leopoldina, aconteceu na manhã de terça-feira (01), quando a Polícia Militar encontrou a vítima já sem vida. Segundo as autoridades, a mãe ainda confessou que esfaqueou a criança no peito e nos pulsos, levando a uma morte cruel e desumana. A polícia foi acionada pelos militares, que chegaram rapidamente ao local e confirmaram o crime.


Após a prisão, a mulher foi inicialmente levada para o presídio de Leopoldina, mas foi encaminhada a Barbacena ainda no mesmo dia, devido ao seu estado psicológico. A decisão de transferi-la para um hospital psiquiátrico foi tomada em razão da gravidade do crime e das circunstâncias envolvidas. A Secretaria de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais informou que o encaminhamento foi realizado para garantir um atendimento adequado, considerando a possível condição mental da acusada.


O g1 procurou a defesa da acusada, mas até o momento não obteve retorno. Além disso, a reportagem entrou em contato com o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) para esclarecer o motivo da transferência e como foi realizada a audiência de custódia da mulher, mas ainda aguarda um posicionamento.


Esse caso levanta diversas questões sobre saúde mental e a violência familiar, gerando um debate necessário sobre a responsabilidade criminal em situações extremas. A sociedade espera que o caso seja tratado com a seriedade que ele exige, levando em conta tanto a proteção dos direitos da acusada quanto a justiça para a vítima e sua família.


GUIA MIRAI

(com informações de G1)

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