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MORRE BEBÊ RESGATADO VIVO ANTES DO SEPULTAMENTO NO ACRE

  • Foto do escritor: GUIA MIRAI
    GUIA MIRAI
  • 28 de out. de 2025
  • 2 min de leitura

Por Guia Miraí


Bebê declarado morto é encontrado vivo antes do sepultamento e morre novamente no Acre


Um caso de extrema comoção e perplexidade marcou o fim de semana em Rio Branco, capital do Acre. Um recém-nascido, declarado morto por um hospital da cidade, foi encontrado vivo pelos familiares momentos antes do sepultamento, mas não resistiu e morreu novamente na noite de domingo (26). O episódio está sendo investigado pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) e pelo Ministério Público do Acre.


O bebê, nascido prematuramente com 24 semanas de gestação, veio ao mundo na noite de sexta-feira (24), após um parto normal realizado na maternidade Bárbara Heliodora, em Rio Branco. Segundo informações da Sesacre, a criança apresentava sinais de prematuridade extrema e foi considerada sem sinais vitais logo após o parto.

Com base nessa avaliação, a equipe médica emitiu a declaração de óbito, e os preparativos para o velório e sepultamento foram iniciados.


Cerca de 12 horas depois da declaração de morte, enquanto o corpo era velado, familiares perceberam movimentos e sinais de vida no bebê. Imediatamente, o recém-nascido foi levado de volta ao hospital e internado novamente, permanecendo sob cuidados intensivos. No entanto, o estado de saúde se agravou, e a criança veio a óbito na noite de domingo (26).


De acordo com a nota oficial divulgada pela Secretaria de Saúde, o recém-nascido faleceu “em decorrência de um quadro de choque séptico e sepse neonatal”, complicações associadas à infecção generalizada e à fragilidade extrema do bebê.

Ainda conforme o órgão, a equipe médica responsável pela verificação do óbito inicial foi afastada preventivamente, enquanto é realizada uma apuração interna para esclarecer eventuais falhas nos procedimentos hospitalares.


O Ministério Público do Acre (MP-AC) já cobrou explicações formais à Secretaria de Saúde e acompanha o caso.


Em nota conjunta, a Sesacre e a Maternidade Bárbara Heliodora afirmaram que “todos os esforços possíveis foram realizados para garantir o melhor cuidado e suporte durante todo o período de internação”.

O comunicado também explicou que, devido à prematuridade extrema da criança, uma eventual transferência para outra unidade “não chegou a ser cogitada, diante do alto risco de agravamento do quadro clínico”.


A Secretaria informou ainda que uma sindicância foi instaurada para investigar o ocorrido e identificar possíveis falhas médicas ou administrativas. O caso gerou forte repercussão entre profissionais de saúde e na população local, que exige transparência e responsabilidade na apuração dos fatos.

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