Meta estuda planos pagos para WhatsApp, Instagram e Facebook; recursos básicos seguirão gratuitos
- GUIA MIRAI

- há 22 horas
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Por Guia Miraí
A Meta, empresa controladora do WhatsApp, Instagram e Facebook, estuda a implementação de planos pagos (premium) para seus principais aplicativos. A proposta é oferecer recursos exclusivos para usuários que optarem pela assinatura, enquanto as funcionalidades essenciais continuarão gratuitas.
Segundo informações divulgadas pelo portal DOL – Diário Online, a novidade ainda não possui data oficial de lançamento, mas pode começar a ser implementada nos próximos meses, com diferentes pacotes de assinatura para cada plataforma.
O que muda para os usuários?
De acordo com as informações iniciais, nada muda para quem não quiser pagar. Funções básicas como troca de mensagens, publicações no feed, stories, curtidas e interações continuarão disponíveis gratuitamente.
Os planos pagos devem ser opcionais e voltados principalmente para:
• Criadores de conteúdo
• Empresas
• Usuários que buscam maior controle, personalização ou visibilidade
A Meta já adota modelos semelhantes em alguns serviços, como o Meta Verified, que oferece selo de verificação mediante pagamento mensal.
Quais recursos podem ser incluídos nos planos premium?
Embora a empresa ainda não tenha divulgado detalhes oficiais, especialistas apontam que os planos pagos podem incluir:
• Verificação de conta (selo azul)
• Maior alcance e visibilidade de publicações
• Ferramentas avançadas de edição e análise de dados
• Atendimento prioritário
• Recursos extras de segurança e privacidade, como proteção contra golpes e clonagem de conta
No WhatsApp, especula-se que recursos premium possam ser voltados especialmente para empresas, como automações, múltiplos atendentes e integrações avançadas.
Por que a Meta quer cobrar?
A iniciativa faz parte da estratégia da Meta para diversificar suas fontes de receita, reduzindo a dependência exclusiva de anúncios. Nos últimos anos, a empresa tem enfrentado:
• Crescente concorrência de outras redes sociais
• Mudanças nas políticas de privacidade
• Queda na eficiência da publicidade digital tradicional
Ao oferecer planos pagos, a Meta busca monetizar usuários que desejam experiências mais completas, sem prejudicar quem prefere continuar usando os aplicativos gratuitamente.
Haverá impacto para quem não assinar?
A Meta afirma que os aplicativos continuarão gratuitos e funcionais para a maioria dos usuários. No entanto, especialistas alertam que, a longo prazo, pode haver:
• Maior destaque para contas pagas
• Recursos avançados restritos a assinantes
• Pressão indireta para adesão aos planos premium
Ainda assim, o modelo segue a tendência já adotada por outras plataformas digitais, como X (antigo Twitter), YouTube e serviços de streaming.
Quando os planos entram em vigor?
Até o momento, não há uma data confirmada para o lançamento oficial dos planos pagos. A expectativa é que a Meta divulgue mais detalhes nos próximos meses, incluindo valores, benefícios e regiões onde a novidade será implementada primeiro.
O que esperar daqui para frente?
A possível cobrança marca uma nova fase para as redes sociais da Meta, que passam a oferecer opções pagas sem eliminar o acesso gratuito. Para o usuário, o principal desafio será avaliar se os recursos extras realmente compensam o investimento.
Enquanto isso, a recomendação é acompanhar os anúncios oficiais da empresa e ficar atento às mudanças nos termos de uso e nas funcionalidades dos aplicativos.









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