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MENSALIDADE DE ESCOLAS PARTICULARES DEVEM SUBIR QUADE 10% EM 2026, APONTA LEVANTAMENTO

  • Foto do escritor: GUIA MIRAI
    GUIA MIRAI
  • 1 de out.
  • 2 min de leitura
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Por Guia Miraí


As famílias que têm filhos em escolas particulares devem se preparar para um novo impacto no orçamento. Um levantamento realizado pelo Grupo Rabbit, empresa de consultoria especializada em educação, projeta que as mensalidades da rede privada terão um reajuste médio de 9,8% na virada de 2025 para 2026.


O índice é mais que o dobro da inflação prevista para o próximo ano (4,81%), segundo estimativas do mercado financeiro.


De acordo com a Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep), o aumento não está vinculado apenas à variação inflacionária. “O reajuste não tem relação direta apenas com o índice inflacionário, mas com a necessidade de manter o funcionamento da escola, cobrindo gastos como salários de professores e tarifas de serviços públicos”, explica Amábile Pacios, vice-presidente da entidade.


Pacios ressalta ainda que os colégios devem começar a divulgar as novas tabelas de preços já em outubro, dando tempo para que as famílias se organizem.


Nos últimos anos, os reajustes das mensalidades das escolas particulares vêm superando com folga os índices de inflação:


📈 9,3% na transição de 2023 para 2024;

📈 9,5% na transição de 2024 para 2025.


Se a previsão para 2026 se confirmar, será o terceiro ano consecutivo de aumentos próximos a 10%, cenário que preocupa pais e responsáveis.


Especialistas em finanças pessoais orientam que os responsáveis por alunos da rede privada incluam as mensalidades como prioridade no planejamento de despesas fixas para o próximo ano. “O ideal é revisar o orçamento familiar ainda em 2025, já considerando o reajuste, para evitar surpresas em janeiro”, recomenda o consultor financeiro Carlos Silva.


O aumento constante das mensalidades reacende o debate sobre a acessibilidade da educação privada no Brasil. Para muitas famílias de classe média, o peso da escola particular já compromete boa parte da renda mensal, o que leva alguns responsáveis a repensarem a permanência dos filhos nessas instituições.


Segundo a Fenep, o setor enfrenta o desafio de equilibrar a qualidade de ensino com a sustentabilidade financeira, num contexto de custos elevados e maior exigência por tecnologia, infraestrutura e valorização dos profissionais da educação.


Em resumo, vaso se confirme a previsão de 9,8% de aumento nas mensalidades escolares em 2026, o reajuste será mais uma vez bem acima da inflação, mantendo a pressão sobre o orçamento das famílias brasileiras.

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