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LUA ESTÁ SE AFASTANDO DA TERRA E CIENTISTAS ALERTAM: FENÔMENO JÁ AFETA O PLANETA

  • Foto do escritor: GUIA MIRAI
    GUIA MIRAI
  • 11 de nov.
  • 2 min de leitura

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Por Guia Miraí


A Lua, nosso satélite natural, está se afastando lentamente da Terra — um fenômeno comprovado cientificamente há décadas, mas que continua despertando a curiosidade e o alerta de especialistas em todo o mundo. Embora pareça imperceptível para o dia a dia humano, esse movimento está moldando o futuro do sistema Terra-Lua e pode ter consequências a longo prazo para o nosso planeta.


De acordo com medições realizadas pelo Luna Laser Ranging Experiment, criado durante as missões Apollo, nas décadas de 1960 e 1970, a distância entre a Terra e a Lua aumenta cerca de 3,8 centímetros por ano.

Esse cálculo é feito com base em refletores colocados na superfície lunar pelos astronautas das missões Apollo, que permitem medir com precisão a distância entre os dois corpos celestes por meio de feixes de laser enviados da Terra.


Apesar de o afastamento não trazer impactos imediatos à vida terrestre, ele possui efeitos sutis e importantes sobre o equilíbrio do planeta. Segundo astrônomos e físicos, o fenômeno ajuda a entender como as forças gravitacionais entre a Terra e a Lua influenciam o clima, as marés e até a estabilidade do eixo terrestre.


Com o aumento da distância, as marés tendem a enfraquecer gradualmente ao longo de milhões de anos, alterando a interação entre os oceanos e a rotação da Terra. Essa mudança também afeta o ritmo de desaceleração da rotação terrestre — o que significa que os dias estão se tornando, muito lentamente, mais longos.


Para os cientistas, o afastamento da Lua é mais uma evidência de que a Terra está em constante transformação, mesmo quando essas mudanças ocorrem em escalas de tempo muito além da percepção humana.

“Esses processos mostram que o nosso planeta e o sistema solar estão sempre evoluindo. Nada é estático no cosmos”, explica um pesquisador do Observatório Nacional.


O que esperar do futuro?


Estudos indicam que, se o afastamento continuar nesse ritmo, em bilhões de anos, a interação gravitacional entre a Terra e a Lua será diferente o suficiente para alterar significativamente o comportamento das marés e a estabilidade do eixo de rotação terrestre — fatores essenciais para a manutenção da vida como conhecemos hoje.


No entanto, especialistas reforçam que não há motivo para preocupação imediata. Essas mudanças acontecem de forma extremamente lenta e são monitoradas por agências espaciais e instituições científicas em todo o mundo.

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