HOMEM É PRESO APÓS MATAR E ESQUARTEJAR CACHORRO DURANTE SURTO PSICÓTICO EM SUMARÉ (SP)
- GUIA MIRAI

- 3 de mai.
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Um caso de extrema violência e crueldade chocou os moradores do bairro Nova Veneza, em Sumaré, interior de São Paulo, nesta quinta-feira (1º). Um homem de 33 anos foi preso em flagrante após matar e esquartejar um cachorro da raça shih-tzu dentro de sua própria residência. O crime, cometido na frente da esposa, também envolveu ameaças contra ela, segundo relato da vítima à polícia.
A ocorrência começou quando a Polícia Militar foi acionada para atender uma denúncia de violência doméstica no apartamento do casal. Ao chegar ao local, os policiais se depararam com uma cena aterradora: manchas de sangue espalhadas por diversos cômodos e o animal já sem vida, com sinais claros de esquartejamento.
O suspeito, que alegou ter sofrido um surto psicótico no momento do crime, foi imediatamente detido pelos agentes. Em depoimento preliminar, sua esposa, com quem está casado há oito anos, confirmou que o marido havia matado o cachorro e passou a ameaçá-la em seguida. Ela relatou, no entanto, que não chegou a sofrer agressões físicas.
Diante da gravidade do caso, o homem foi levado para realizar exame de corpo de delito na cidade de Indaiatuba. Posteriormente, a Justiça determinou sua transferência para uma unidade de saúde psiquiátrica, onde permanece internado sob custódia.
A Polícia Civil abriu inquérito para apurar todos os detalhes do crime. Uma perícia foi solicitada para o apartamento a fim de esclarecer a dinâmica dos fatos e reunir provas para o processo. O caso será investigado não apenas como maus-tratos e morte de animal, mas também por violência doméstica, devido às ameaças feitas contra a esposa.
O episódio provocou indignação nas redes sociais e reacendeu o debate sobre a necessidade de políticas mais rigorosas contra maus-tratos a animais e a importância do acompanhamento psicológico para casos com histórico de surtos ou distúrbios mentais.
As investigações continuam, e a Justiça deverá decidir nos próximos dias sobre o destino jurídico do suspeito após a conclusão do tratamento psiquiátrico inicial.
GUIA MIRAI









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