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FUNCIONÁRIO DE FARMÁCIA QUE BEIJOU CRIANÇA DE 6 ANOS A FORÇA EM BH É INDICIADO

  • Foto do escritor: GUIA MIRAI
    GUIA MIRAI
  • 19 de jun
  • 2 min de leitura
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Na quarta-feira, 11 de junho de 2025, uma menina de 6 anos acompanhava a mãe em uma farmácia no bairro Padre Eustáquio, região Noroeste de Belo Horizonte. Enquanto a mãe buscava remédios no balcão, o suspeito de 33 anos, funcionário do estabelecimento, se aproximou da criança e a beijou à força no corredor .


Em lágrimas, a menina foi até a mãe e perguntou “você não vai ficar brava?”, antes de relatar que “um moço de tranças” a beijou .


A mãe solicitou à gerência acesso às câmeras de segurança, que flagraram o ato. Além disso, duas testemunhas confirmaram o abuso .


O suspeito foi abordado ao tentar sair com sua mochila e foi preso em flagrante, com a prisão convertida em preventiva pela Justiça .


O inquérito foi concluído na terça-feira, 17 de junho de 2025, e o homem foi formalmente indiciado por estupro de vulnerável .


A delegada Karla Moreira, da Delegacia de Plantão Especializada em Atendimento à Mulher (DEPAM), destacou que ser pessoa com deficiência (PCD) e ter possível diagnóstico de esquizofrenia não está relacionado diretamente ao crime. Um laudo de sanidade mental será necessário para determinar se ele tinha plena consciência do ato quando cometido .


O delegado Diego Lopes, responsável pela Dep. de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPDCA), ouviu a mãe do suspeito, que confirmou o histórico de tratamento psiquiátrico, mas afirmou que ele nunca havia demonstrado comportamento semelhante nem demonstrou agressividade com outras crianças, mesmo convivendo com elas normalmente .


O delegado enfatizou a gravidade do crime, observando que em poucos segundos o abuso sexual ocorreu, alertando para a necessidade de vigilância constante dos responsáveis .


O crime foi tipificado como estupro de vulnerável, que engloba qualquer ato sexual envolvendo menores de 14 anos, sendo considerado extremamente grave e sujeito a penas severas .


O uso de vídeos e imagens de segurança foi determinante para a identificação e prisão do suspeito.


O caso acende um alerta sobre as medidas que devem ser adotadas por estabelecimentos comerciais para evitar e detectar comportamentos suspeitos, além da importância do diálogo com crianças sobre situações de abuso.


O caso segue em andamento, e aguarda-se o laudo psiquiátrico e pronunciamento judicial.


GUIA MIRAI

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