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Enchente provoca fechamento e suspensão de atividades de empresas tradicionais do varejo em Ubá

  • Foto do escritor: GUIA MIRAI
    GUIA MIRAI
  • há 2 horas
  • 2 min de leitura

Por Guia Miraí


O comércio de Ubá ainda enfrenta os impactos da forte enchente registrada em 24 de fevereiro, que causou prejuízos significativos a empresas instaladas principalmente na região central e nas áreas próximas ao Rio Ubá. Nas últimas semanas, duas tradicionais empresas do varejo local — Pernambucanas e Minas Rio Varejo — anunciaram mudanças importantes em suas operações no município.


A rede Pernambucanas informou, por meio de comunicado divulgado nas redes sociais, que está encerrando suas atividades na cidade após anos de atuação. No comunicado, a empresa destacou a história construída ao lado da comunidade ubaense e agradeceu a confiança dos clientes ao longo do tempo.


Outra empresa afetada é a Minas Rio Varejo, que anunciou uma pausa em suas atividades após 22 anos de funcionamento. Segundo a empresa, o momento será dedicado à reflexão e ao planejamento dos próximos passos, reforçando a relação construída com clientes e parceiros durante mais de duas décadas.


O cenário vivido pelo comércio de Ubá após a enchente ainda é de incerteza e reorganização. Enquanto algumas empresas optaram pelo encerramento ou suspensão temporária das atividades, outras seguem avaliando os prejuízos e as condições necessárias para retomar o funcionamento.


Há também empresários que decidiram recomeçar e adaptar seus negócios diante das dificuldades. Um exemplo é o caso do Marcio’s Frios, cuja loja localizada na Avenida Beira Rio foi destruída pela enchente. De acordo com o empresário João Paulo Schetino Santos, a unidade passará por uma grande reforma e deverá reabrir em aproximadamente dois meses.


Segundo ele, além dos reparos estruturais, será necessária a substituição de equipamentos danificados pela água. Parte do maquinário depende de peças importadas, o que pode prolongar o processo de recuperação.


A situação evidencia os desafios enfrentados pelo comércio local na reconstrução após o desastre natural. Mesmo diante das perdas, muitos empresários seguem buscando alternativas para retomar suas atividades e manter o funcionamento da economia na cidade.

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