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CONTA DE LUZ CONTINUARÁ MAIS CARA EM NOVEMBRO COM BANDEIRA VERMELHA

  • Foto do escritor: GUIA MIRAI
    GUIA MIRAI
  • 1 de nov.
  • 2 min de leitura
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Por Guia Miraí


A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou nesta sexta-feira (31) a manutenção da bandeira tarifária vermelha, patamar 1, para o mês de novembro. Essa será a segunda vez consecutiva que o sistema tarifário mais oneroso será aplicado, refletindo as condições climáticas desfavoráveis para a geração de energia no país.


Com a decisão, os consumidores continuarão pagando uma taxa adicional de R$ 4,46 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. O valor é inferior ao cobrado no patamar 2, que havia sido aplicado anteriormente, mas ainda representa um aumento em relação às bandeiras verde e amarela, quando não há custo adicional ou o acréscimo é menor.


A bandeira vermelha é acionada quando há necessidade de utilizar usinas termoelétricas para suprir a demanda de energia, o que encarece o custo de produção.


De acordo com a Aneel, o cenário climático continua desfavorável para a geração de energia hidrelétrica, principal fonte de eletricidade do Brasil. O volume de chuvas segue abaixo da média histórica, o que reduz o nível dos reservatórios e limita a capacidade das usinas.


A falta de chuvas suficientes tem obrigado o sistema elétrico a recorrer com mais frequência às termoelétricas, que são mais caras e poluentes, pressionando as tarifas.


O governo destacou que, embora o uso de energia solar tenha crescido de forma expressiva no país, ainda não é suficiente para atender à demanda nacional de forma constante. A geração solar, segundo o órgão, não cobre o consumo noturno nem os horários de pico, exigindo o apoio de outras fontes para garantir a estabilidade do sistema.


Especialistas afirmam que, enquanto as chuvas não se normalizarem e o nível dos reservatórios não se recuperar, a tendência é que a bandeira vermelha permaneça ativa. A expectativa é de melhora apenas com o início do período úmido, previsto para o fim do ano.

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