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CASAL GAY DE SÃO PAULO É PRESO POR COMPRAR BEBÊ POR R$500; A MÃE DEVIA AGIOTA

  • Foto do escritor: GUIA MIRAI
    GUIA MIRAI
  • 13 de jul.
  • 2 min de leitura
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Na última sexta-feira (11/7), um casal gay de São Paulo foi preso em flagrante sob a suspeita de tentar comprar um bebê recém-nascido por R$ 500. A prisão ocorreu no hospital de Manacapuru, cidade localizada no interior do Amazonas, após a transação ser concluída. A ação envolveu também um agenciador, que teria facilitado o pagamento pela criança.


Segundo informações da Polícia Civil amazonense, o agenciador da entrega seria o proprietário de uma lanchonete local. O casal, após efetuar o pagamento pelo valor de R$ 500, tentou levar a criança do hospital, onde o recém-nascido estava internado. A negociação teria sido feita diretamente com a mãe do bebê, que, segundo as investigações, estaria em uma situação financeira complicada.


O casal foi encaminhado à delegacia do município, onde foi registrado o procedimento de tentativa de compra de uma criança. De acordo com os investigadores, um dos homens chegou a se apresentar como o pai da criança no hospital, tentando inserir seu nome na documentação oficial do recém-nascido.


Contudo, o processo não foi concluído naquele momento, pois o sistema do hospital estava fora do ar. O casal retornou horas depois ao hospital, mas foi imediatamente detido pela polícia. Durante o depoimento, o agenciador confessou que havia recebido o pagamento via pix e alegou que a mãe da criança teria pedido ajuda financeira para quitar uma dívida com um agiota.


Confissão e Envolvimento da Mãe


A mãe do bebê não foi identificada, mas, segundo relatos, ela estava enfrentando sérias dificuldades financeiras, o que teria levado à tentativa de negociação da criança. A confissão do agenciador indicou que a venda do bebê estava ligada a um pedido de socorro da mãe, que queria pagar uma dívida pendente.


O caso está sendo investigado pela Polícia Civil, que busca esclarecer se há outras pessoas envolvidas na tentativa de venda da criança e se esse tipo de crime já ocorreu anteriormente na região. A polícia também investiga a situação da mãe da criança, para determinar se ela teve algum envolvimento consciente ou se agiu sob coação.


A prisão do casal e o envolvimento do agenciador levantam preocupações sobre o tráfico de crianças na região, um crime extremamente grave que coloca em risco a vida e o bem-estar de bebês inocentes. O caso continua em andamento, e a polícia está empenhada em esclarecer todos os aspectos dessa tentativa de adoção ilegal e garantir que os responsáveis sejam devidamente punidos.


GUIA MIRAÍ

(Com informações do Metrópoles)


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