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BRITÂNIA, CONTROLADORA DA PHILCO, DEMITE 860 FUNCIONÁRIOS E ENCOLHE QUASE 10% DE SUA FORÇA DE TRABALHO

  • Foto do escritor: GUIA MIRAI
    GUIA MIRAI
  • 20 de jul.
  • 2 min de leitura
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Por Guia Miraí


A gigante Britânia, controladora da Philco, anunciou o desligamento de 860 funcionários de sua fábrica em Manaus, um movimento que representa um terço da força de trabalho local e quase 10% do total de empregados da empresa no Brasil.


O anúncio foi feito nesta quarta-feira, 16, e tem gerado grande repercussão no mercado e entre os trabalhadores. O corte é resultado de uma reestruturação que visa otimizar a produção e reduzir custos, especialmente relacionados à fabricação de ar-condicionado, principal linha de produto da Philco. O grupo justificou a medida como parte de uma reestruturação pontual, focada na eficiência produtiva e na manutenção da competitividade no mercado.


De acordo com informações divulgadas pela empresa, a decisão não afetará as unidades localizadas em outras regiões, como as de Joinville (SC), Linhares (ES) e Curitiba (PR), que continuam com suas operações inalteradas. A unidade de Manaus, que agora experimenta uma grande redução no número de colaboradores, é responsável pela fabricação de uma parte significativa dos produtos da Britânia no Brasil.


A reestruturação ocorre em um momento crítico para o mercado de eletrodomésticos, com o setor enfrentando desafios relacionados à queda no poder de compra dos consumidores e à necessidade de adaptação às novas tecnologias e tendências de mercado. A Britânia, por meio de sua controlada Philco, tenta se ajustar a esse novo cenário, visando garantir a sustentabilidade da operação e o fortalecimento de sua presença no mercado brasileiro.


No entanto, a medida também levanta preocupações sobre o impacto social e econômico para os trabalhadores afetados, além de gerar discussões sobre as implicações de cortes de emprego em empresas com grande presença no mercado nacional.


A notícia foi publicada inicialmente pelo portal Poder360, que também destacou a relevância do corte para o futuro da Philco e a resposta da companhia às exigências do mercado e à redução de custos operacionais.


A reestruturação da Britânia e o corte de funcionários em Manaus são parte de uma tendência crescente de reconfiguração de processos produtivos e adaptação ao mercado atual, marcado por desafios financeiros e pela necessidade de inovação contínua.

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