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Brasileira assassinada em Portugal foi morta pela patroa com golpes de Bloco de cimento

  • Foto do escritor: GUIA MIRAI
    GUIA MIRAI
  • há 2 dias
  • 2 min de leitura


Lucinete Freitas, que trabalhava como babá, foi morta com golpes de bloco de cimento; principal suspeita é a patroa


Por Guia Miraí


O assassinato da brasileira Lucinete Freitas, de 35 anos, causou comoção tanto em Portugal quanto no Brasil. A vítima, natural de Aracoiaba, no Ceará, foi encontrada morta nos arredores de Lisboa após estar desaparecida desde o início de dezembro. De acordo com o Ministério Público de Portugal, Lucinete foi brutalmente assassinada pela própria patroa, também brasileira, com golpes na cabeça desferidos com um bloco de cimento.


Segundo as investigações, o crime ocorreu no dia 5 de dezembro, quando a vítima foi levada até um local ermo. Lá, Lucinete foi morta e teve o corpo ocultado com entulho, numa tentativa de dificultar a localização e a identificação do cadáver.


Após o homicídio, a suspeita teria se apropriado do telefone celular da vítima e passado a enviar mensagens para familiares e conhecidos, fingindo ser Lucinete. Nas mensagens, dizia que estaria viajando para o Algarve, no sul de Portugal, numa clara tentativa de despistar o desaparecimento e ganhar tempo.


Lucinete vivia em Portugal havia cerca de sete meses e trabalhava como babá. O desaparecimento começou a preocupar amigos e familiares justamente pela interrupção repentina do contato, o que levou ao acionamento das autoridades.


A suspeita foi presa no dia 18 de dezembro e permanece detida enquanto responde a diversos crimes graves, entre eles:

• Homicídio qualificado

• Profanação de cadáver

• Detenção de arma proibida

• Falsidade informática


As autoridades portuguesas não divulgaram detalhes sobre a motivação do crime, que segue sob investigação, mas o caso é tratado como um homicídio premeditado, dada a forma como foi executado e a tentativa posterior de ocultação.


A morte de Lucinete gerou forte repercussão nas redes sociais e entre a comunidade brasileira em Portugal. Amigos e familiares pedem justiça e cobram celeridade no processo judicial. No Brasil, moradores de Aracoiaba lamentaram a perda e destacaram o sonho da vítima de construir uma vida melhor no exterior.


O caso reacende o debate sobre a vulnerabilidade de trabalhadores imigrantes, especialmente mulheres, e a necessidade de redes de apoio e proteção para brasileiros que vivem fora do país.


As autoridades portuguesas seguem reunindo provas, enquanto a suspeita aguarda os desdobramentos judiciais do processo.

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