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Ator é preso suspeito de estupro de criança autista de 5 anos em Pindamonhangaba

  • Foto do escritor: GUIA MIRAI
    GUIA MIRAI
  • há 1 dia
  • 2 min de leitura

Por Guia Miraí


Um ator de 48 anos foi preso em flagrante, suspeito de estuprar um menino autista de 5 anos durante uma confraternização realizada em uma residência em Pindamonhangaba, no interior de São Paulo. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil e causou grande repercussão.


De acordo com o boletim de ocorrência, a mãe da criança participava do encontro e havia deixado o filho dormindo em um dos quartos da casa. Em determinado momento, ela ouviu gritos vindos do cômodo e foi verificar o que estava acontecendo.


Segundo o registro policial, ao entrar no quarto, a mulher encontrou o filho e o suspeito sem roupas. A criança reclamava de dores na região anal e foi imediatamente encaminhada para atendimento médico, onde passou por exames periciais.


Uma testemunha afirmou aos policiais ter ouvido a criança gritar que estava sentindo dor. Ainda conforme o depoimento, o suspeito foi visto sem calças dentro do quarto momentos antes da chegada da mãe.


Em depoimento à polícia, o ator apresentou outra versão dos fatos. Ele alegou que teria passado mal durante a confraternização e entrado no quarto por engano, afirmando ter confundido a criança com sua namorada. A versão será analisada durante o andamento das investigações.


Após a prisão em flagrante, a Justiça converteu a detenção em prisão preventiva, entendendo que havia elementos suficientes para manter o investigado preso enquanto o caso é apurado.


A Polícia Civil segue reunindo provas, ouvindo testemunhas e aguardando os laudos periciais que poderão contribuir para esclarecer completamente o ocorrido. O inquérito será encaminhado ao Ministério Público, que decidirá sobre o oferecimento de denúncia.


Por envolver uma vítima menor de idade, a identidade da criança é preservada por lei, e o caso tramita sob cuidados especiais para garantir a proteção da vítima.


Importante: Até o julgamento definitivo, o investigado é considerado suspeito e tem direito à ampla defesa e ao contraditório, conforme prevê a legislação brasileira.

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