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ATAQUE DE HACKER À C&M SOFTWARE, PODE TER DESVIADO 1 BILHÃO DO SISTEMA LIGADO AO BANCO CENTRAL

  • Foto do escritor: GUIA MIRAI
    GUIA MIRAI
  • 3 de jul.
  • 2 min de leitura
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Um ataque hacker de grandes proporções teve como alvo a C&M Software, uma empresa crucial para o funcionamento de diversas instituições financeiras no Brasil, resultando em transtornos para clientes de bancos que utilizam seus serviços. O incidente, noticiado pela coluna Metrópoles, causou interrupções no acesso ao Pix, o sistema de pagamentos instantâneos amplamente adotado pelos brasileiros.


A C&M Software, fundada em 1992, desempenha um papel fundamental no ecossistema financeiro nacional. A empresa é responsável pela mensageria que interliga instituições financeiras ao Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), um ambiente que engloba a liquidação do Pix. Seu principal foco de atuação é o desenvolvimento de soluções para operações no ecossistema de pagamentos instantâneos, tornando-a um elo vital para bancos e outras instituições que não possuem meios próprios de conexão direta.


Embora a extensão total do ataque e o número exato de clientes e instituições afetadas ainda não tenham sido detalhados publicamente, a interrupção no acesso ao Pix por parte de alguns usuários gera preocupação. O Pix, lançado pelo Banco Central (BC) em 2020, tornou-se rapidamente uma ferramenta essencial para transações financeiras diárias, desde pagamentos a transferências entre pessoas e empresas.


Especialistas em segurança cibernética alertam para a crescente sofisticação dos ataques hackers e a vulnerabilidade de sistemas que, apesar de essenciais, podem se tornar alvos de grupos criminosos. A interrupção de serviços como o Pix ressalta a necessidade contínua de investimento em cibersegurança e planos de contingência robustos para proteger a infraestrutura financeira do país.


As instituições financeiras afetadas e a própria C&M Software não divulgaram, até o momento, informações sobre a origem do ataque, as medidas de contenção adotadas ou o tempo estimado para a normalização completa dos serviços. O Banco Central, como regulador do SPB, acompanha de perto a situação, buscando garantir a estabilidade e a segurança do sistema financeiro.


Este incidente serve como um alerta para todo o setor financeiro sobre a importância de fortalecer as defesas contra ataques cibernéticos, especialmente em empresas que atuam como elos críticos na cadeia de pagamentos. A resiliência e a capacidade de resposta a esse tipo de ameaça são cada vez mais determinantes para a confiança dos consumidores e a estabilidade econômica.


GUIA MIRAÍ

(com informações de Metrópole)

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