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APÓS ATAQUE HACKER BANCO CENTRAL SUSPENDE MAIS 3 MIL INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS DO PIX

  • Foto do escritor: GUIA MIRAI
    GUIA MIRAI
  • 6 de jul.
  • 1 min de leitura
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O Banco Central (BC) suspendeu de maneira cautelar a participação de três instituições financeiras do sistema de pagamentos Pix, após suspeitas de que essas instituições teriam recebido recursos desviados no ataque cibernético contra a C&M Software, empresa fornecedora de serviços tecnológicos.


As entidades afetadas são a Voluti Gestão Financeira, a Brasil Cash e a S3 Bank. O BC anunciou que tomará medidas para apurar o envolvimento dessas instituições com o desvio de recursos das contas que os bancos mantêm como reserva junto à autoridade monetária.


A medida preventiva, com validade de 60 dias, foi tomada com base no Artigo 95-A da Resolução 30 do Banco Central, estabelecida em outubro de 2020, que regulamenta o funcionamento do Pix. Durante esse período, o BC investigará se há alguma relação direta entre as instituições e os valores desviados durante o ataque.


O ataque cibernético em questão envolveu a C&M Software, uma provedora de serviços que oferece soluções tecnológicas a diversos bancos. De acordo com o Banco Central, o hackeamento comprometeu o sistema da empresa e resultou no desvio de valores, o que afetou diretamente as três instituições financeiras mencionadas.


Com isso, o BC demonstrou um esforço em manter a integridade do sistema de pagamentos instantâneos, prevenindo que transações fraudulentas ou suspeitas ocorram enquanto as investigações estão em andamento. A suspensão das instituições afetadas visa também garantir a segurança e a confiança dos usuários do Pix, além de evitar que recursos sejam utilizados de forma indevida.


As investigações seguem em andamento, e o Banco Central afirma que tomará todas as medidas necessárias para preservar a estabilidade do sistema financeiro.


GUIA MIRAÍ

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