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Anvisa suspende venda de medidores de glicose e fita-teste da BIOLAND por irregularidades

  • Foto do escritor: GUIA MIRAI
    GUIA MIRAI
  • 14 de abr.
  • 2 min de leitura

Por Guia Miraí


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou a suspensão da venda, distribuição e importação de fitas-teste e medidores de glicose da marca Bioland, utilizados no monitoramento dos níveis glicêmicos — especialmente por pessoas com diabetes. A medida foi publicada no Diário Oficial da União e já está em vigor para produtos fabricados a partir de 16 de março.


Segundo a agência reguladora, a decisão foi motivada por uma inspeção realizada em fevereiro, que identificou o descumprimento das Boas Práticas de Fabricação de Dispositivos Médicos. Essas normas são obrigatórias e garantem a qualidade, segurança e eficácia dos produtos disponibilizados à população.


Os equipamentos suspensos pertencem à empresa Controller Comércio e Serviços Ltda., responsável pela comercialização dos dispositivos no país. A Anvisa destacou que falhas nos processos de fabricação podem comprometer a precisão dos resultados — um fator crítico para pacientes que dependem do monitoramento contínuo da glicose para controle da doença.


Além dessa medida, a agência também proibiu a comercialização de outros produtos médicos — como Sculplift Pro, Rejuvelift Pro, Lift Contour, Diamond Pro e Máscara Lumimask — ligados à empresa Ben-Hur Comércio de Importação e Exportação Ltda. De acordo com a Anvisa, esses itens não possuíam registro regular junto ao órgão, e o estabelecimento responsável não tinha autorização de funcionamento.


A determinação inclui a proibição de venda, fabricação, importação, propaganda e uso dos produtos citados. A agência reforça que o uso de dispositivos irregulares pode representar riscos à saúde dos consumidores.


Especialistas alertam que pacientes devem verificar sempre se os equipamentos utilizados possuem registro na Anvisa e, em caso de dúvida, procurar orientação médica. A recomendação é interromper imediatamente o uso de produtos suspensos e buscar alternativas devidamente aprovadas.


A medida reforça a atuação da Anvisa na fiscalização do mercado de dispositivos médicos e na proteção da saúde pública no Brasil.

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