Vice-prefeito de Ubá nega prisão e confirma busca e apreensão em sua residência


Em nota, Cabo Rominho afirma que colaborou com os agentes durante o cumprimento do mandado e que nenhum material ilícito foi encontrado no imóvel. Operação do Gaeco e da Polícia Civil mobilizou equipes em diferentes pontos do município.
Por Guia Miraí
(Fonte: O Noticiário / nota da assessoria jurídica do vice-prefeito)

O vice-prefeito de Ubá, Rômulo Silva Rodrigues, conhecido como Cabo Rominho, divulgou uma nota de esclarecimento na tarde desta segunda-feira (19 de outubro) para se pronunciar sobre a operação policial realizada no município. Por meio de sua assessoria jurídica, ele negou ter sido preso ou conduzido por agentes e confirmou que sua residência foi alvo de um mandado judicial de busca e apreensão.
A manifestação foi assinada pelo advogado Alberto Luciano Lima de Bittencourt Antonucci. No documento, a defesa afirma que as informações sobre uma suposta prisão do vice-prefeito, divulgadas em redes sociais e por alguns veículos de comunicação, não correspondem à realidade.
Segundo a nota, Cabo Rominho não foi detido nem conduzido pelas equipes responsáveis pela operação.
Defesa afirma que nenhum material ilícito foi encontrado
Apesar de negar a prisão, a defesa confirmou que agentes estiveram na residência do vice-prefeito para cumprir uma ordem judicial de busca e apreensão.
Conforme o esclarecimento, Rômulo Silva Rodrigues colaborou com os policiais durante a diligência e nenhum material ilícito foi encontrado no imóvel.
A defesa também declarou que o vice-prefeito, policial militar da reserva, tem interesse no esclarecimento dos fatos e manifesta apoio ao trabalho desenvolvido pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG).
O documento acrescenta que a assessoria jurídica não dispõe de informações sobre os demais envolvidos na operação, uma vez que o procedimento investigativo tramita sob sigilo.
Operação mobilizou equipes em diferentes pontos de Ubá
A operação realizada nesta segunda-feira contou com a atuação de equipes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ligado ao Ministério Público de Minas Gerais, e da Polícia Civil.
Conforme informações divulgadas pelo portal O Noticiário, os agentes estiveram em diferentes pontos da administração municipal, incluindo as secretarias de Meio Ambiente e de Agricultura, além do Centro Administrativo da Prefeitura.
Segundo o relato, servidores municipais estavam impedidos de entrar no prédio do Centro Administrativo durante a atuação das equipes.
Até o momento considerado nas informações divulgadas, as autoridades não haviam detalhado oficialmente o objeto da investigação, a extensão das diligências ou a identificação de todos os possíveis alvos.
Investigação segue sem esclarecimentos completos
A confirmação da busca e apreensão na residência do vice-prefeito foi feita pela própria defesa. Ainda não há, nas informações disponíveis para esta reportagem, esclarecimento oficial completo sobre os motivos da diligência ou os elementos que fundamentaram a investigação.
É importante destacar que o cumprimento de um mandado de busca e apreensão não significa, por si só, que uma pessoa tenha cometido um crime. A apuração dos fatos cabe às autoridades competentes, respeitando-se o direito de defesa e a presunção de inocência.
O Guia Miraí acompanhará o caso e atualizará as informações à medida que novos esclarecimentos oficiais forem divulgados.







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