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Reviravolta no caso de Itumbiara: perícia aponta que secretário pode ter sido o primeiro a morrer

  • Foto do escritor: GUIA MIRAI
    GUIA MIRAI
  • há 14 horas
  • 2 min de leitura

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Por Guia Miraí


A investigação sobre a tragédia ocorrida em Itumbiara (GO) ganhou novos contornos após a divulgação de informações periciais que colocam em dúvida a versão inicialmente considerada pelas autoridades. Segundo análises recentes, o secretário de Governo Thales Machado pode ter sido a primeira vítima fatal do episódio — e não o último, como indicavam hipóteses anteriores.


O caso, que chocou a população local e repercutiu nacionalmente, envolve a morte de Machado e de seus dois filhos em circunstâncias ainda não totalmente esclarecidas. A nova linha pericial levanta questionamentos importantes sobre a dinâmica dos disparos e a sequência dos óbitos.


De acordo com os dados divulgados, a análise técnico-científica dos corpos sugere que Thales Machado teria morrido antes dos filhos. No entanto, evidências também indicariam que disparos foram efetuados contra as crianças, o que cria uma aparente contradição temporal.


Essa possível inversão na ordem das mortes gera dúvidas centrais para os investigadores:

• Como os disparos teriam ocorrido se o secretário teria morrido primeiro?

• Há indícios de participação de uma terceira pessoa?

• A cena pode ter sido alterada ou interpretada incorretamente no início das investigações?


Especialistas ressaltam que, em casos complexos envolvendo armas de fogo, fatores como posição dos corpos, trajetória dos projéteis, intervalo entre disparos e tempo estimado de morte são determinantes para reconstruir os fatos.


As autoridades ainda não divulgaram oficialmente o laudo completo, mas a nova informação pode levar à reabertura ou revisão de linhas investigativas. A Polícia Civil avalia se houve falhas na interpretação inicial ou se novos elementos surgiram a partir de exames complementares.


A repercussão pública também pressiona por respostas mais claras, especialmente diante da gravidade do caso e da comoção social provocada pela morte das crianças.


Até o momento, não há confirmação oficial sobre a participação de outras pessoas nem sobre a hipótese definitiva para o ocorrido. A investigação segue sob sigilo parcial para preservar a integridade das provas e evitar conclusões precipitadas.


Fontes ligadas ao caso indicam que novos detalhes devem ser apresentados nos próximos dias, à medida que os exames periciais forem concluídos e confrontados com depoimentos e demais evidências coletadas.


Enquanto isso, familiares, autoridades e a população aguardam esclarecimentos sobre o que de fato aconteceu na residência onde ocorreu a tragédia — e se a nova cronologia poderá alterar completamente a compreensão do episódio.

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