Operação do Gaeco e da Polícia Civil em Ubá apreende celulares e computadores durante investigação


Diligências foram realizadas em secretarias municipais e no Centro Administrativo nesta segunda-feira (19). Até o momento, não havia confirmação oficial de prisões, e as autoridades não haviam divulgado detalhes sobre o objeto da investigação.
Por Guia Miraí
(Fonte: Rádio Mega Hits)
Uma operação conjunta do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), e da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) foi realizada na manhã desta segunda-feira (19), em Ubá, na Zona da Mata mineira.
A ação mobilizou equipes em diferentes setores da administração municipal, incluindo secretarias e o Centro Administrativo. Segundo informações divulgadas pela Web TV Cidade Carinho, agentes realizaram diligências em repartições públicas e apreenderam aparelhos celulares, computadores e notebooks.
Contratos e obras estão entre os pontos citados
De acordo com informações preliminares divulgadas pela imprensa local, a investigação estaria relacionada a contratos envolvendo as empresas Terramares e Suma Brasil, além de questões ligadas à construção do Centro Administrativo de Ubá.
Entretanto, até o fechamento das informações utilizadas nesta reportagem, esses detalhes não haviam sido confirmados oficialmente pelo Ministério Público ou pela Polícia Civil. Por isso, ainda não é possível afirmar quais fatos específicos estão sendo investigados ou quais pessoas e empresas são formalmente alvos do procedimento.
Secretarias retomaram o funcionamento
Conforme o relato da Web TV Cidade Carinho, as secretarias municipais de Meio Ambiente e de Educação já haviam retomado o funcionamento normal após a passagem das equipes.
No fim da manhã, outros agentes ainda permaneciam no Centro Administrativo, segundo a reportagem.
Não havia confirmação de prisões
Informações que circulavam nas redes sociais sobre possíveis prisões ou detenções de autoridades municipais não haviam sido confirmadas até as 11h45 desta segunda-feira, conforme a publicação citada.
O prefeito de Ubá, José Damato Neto, conhecido como Professor José Damato, e o vice-prefeito, Cabo Rominho, foram mencionados em informações preliminares relacionadas às diligências. Contudo, não havia confirmação oficial de que eles tivessem sido presos ou conduzidos durante a operação.
A realização de diligências ou a apreensão de equipamentos, por si só, não comprova a prática de irregularidades por qualquer pessoa.
Autoridades ainda devem esclarecer o caso
Até o momento considerado pela reportagem de origem, o MPMG e a Polícia Civil não haviam divulgado informações detalhadas sobre os mandados cumpridos, o objetivo específico da investigação ou a eventual responsabilização de pessoas envolvidas.
O Guia Miraí acompanhará o caso e atualizará esta reportagem caso sejam divulgados novos esclarecimentos oficiais.







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