Nota Fiscal Série D será extinta em Minas Gerais
- GUIA MIRAI

- há 3 dias
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Por Guia Miraí
A tradicional Nota Fiscal Série D, utilizada há décadas no comércio varejista, deixará de existir em Minas Gerais a partir de 1º de janeiro de 2027. A mudança faz parte do processo de modernização tributária conduzido pela Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais (SEF-MG), que passará a adotar exclusivamente a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e).
A medida acompanha uma tendência nacional de digitalização dos documentos fiscais, buscando tornar os processos mais ágeis, econômicos e seguros tanto para empresas quanto para consumidores.
Segundo a SEF-MG, a substituição da Série D pela NFC-e permitirá maior controle das operações comerciais em tempo real, além de reduzir custos com impressão e armazenamento de documentos físicos. A nova tecnologia também facilita a fiscalização tributária e amplia a transparência das transações comerciais.
Com a mudança, estabelecimentos comerciais que ainda utilizam o modelo impresso precisarão se adequar ao sistema eletrônico até o prazo estipulado. A NFC-e funciona de forma totalmente digital e possibilita que o consumidor consulte o comprovante fiscal por QR Code ou pela internet.
Benefícios da NFC-e
Entre as principais vantagens apontadas pelo governo estadual estão:
* redução do uso de papel;
* diminuição dos custos operacionais;
* mais rapidez no atendimento;
* armazenamento digital simplificado;
* maior controle fiscal das operações comerciais;
* facilidade no acesso às notas fiscais pelos consumidores.
Especialistas destacam que a digitalização também reduz riscos de extravio de documentos e melhora a integração entre empresas e órgãos fiscais.
A expectativa é que, até 2027, todos os estabelecimentos varejistas estejam preparados para operar exclusivamente com a NFC-e. Empresas que ainda utilizam equipamentos antigos ou sistemas manuais deverão investir em atualização tecnológica e treinamento de equipes.
A recomendação da SEF-MG é que os comerciantes iniciem o processo de adaptação o quanto antes para evitar dificuldades próximas ao prazo final.
A extinção da Série D faz parte de um movimento mais amplo de transformação digital da administração tributária brasileira. Nos últimos anos, documentos físicos vêm sendo substituídos por versões eletrônicas, como NF-e, CT-e e NFC-e, aumentando a eficiência e reduzindo burocracias.







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