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Mulher em Miraí denuncia possível golpe ou brincadeira de mau gosto após espalharem chaves com seu número de telefone pela cidade

  • Foto do escritor: GUIA MIRAI
    GUIA MIRAI
  • há 1 hora
  • 2 min de leitura

Por Guia Miraí


Uma moradora de Miraí (MG) vive dias de transtorno após se tornar alvo de uma situação inusitada e preocupante. Centenas de chaveiros contendo chaves e uma etiqueta com a mensagem “Se eu perdi, me avise”, acompanhada do número de celular da vítima, foram espalhados em diferentes pontos da cidade.


Desde então, a mulher passou a receber inúmeras ligações de pessoas que encontraram as chaves e tentaram devolvê-las, acreditando estar ajudando. No entanto, segundo ela, nenhuma das chaves é de sua propriedade.


Em publicações nas redes sociais, a vítima demonstrou indignação e preocupação, afirmando não saber se o caso se trata de uma brincadeira de mau gosto, um golpe ou até mesmo uma forma de assédio. O volume de ligações foi tão grande que o celular precisou ser desligado em alguns momentos, causando prejuízos à sua rotina pessoal e profissional.


“Não sei se é brincadeira ou golpe, mas espalharam milhares de chaves em Miraí com meu número. Essas chaves não são minhas”, relatou a mulher em uma das postagens.


Especialistas alertam que situações como essa podem configurar crime, dependendo da intenção e dos danos causados. O uso indevido de dados pessoais, como número de telefone, sem autorização, pode caracterizar violação de privacidade. Além disso, a prática pode gerar riscos à segurança da vítima, que passa a ser exposta a contatos constantes de desconhecidos.


Ainda não há confirmação sobre quem estaria por trás da ação. A recomendação é que o caso seja registrado junto às autoridades policiais para investigação, principalmente se houver continuidade das ligações ou agravamento da situação.


A vítima pede que moradores não liguem para o número ao encontrar os chaveiros e que compartilhem a informação para evitar novos transtornos. O caso serve de alerta para a importância do uso responsável de dados pessoais e para os limites entre brincadeiras e atos que podem causar danos reais.


A reportagem segue acompanhando o caso e aguarda posicionamento das autoridades locais.

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