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Insatisfeitos com o Governo Zema Funcionários da Fhemig anunciam greve em Minas Gerais por insatisfação com política salarial

  • Foto do escritor: GUIA MIRAI
    GUIA MIRAI
  • há 46 minutos
  • 2 min de leitura

Por Guia Miraí


Trabalhadores da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) anunciaram que entrarão em greve a partir desta terça-feira (17), em protesto contra a política salarial adotada pelo governo estadual. A paralisação foi decidida em assembleia da categoria e reflete o descontentamento com o reajuste proposto pelo Executivo.


De acordo com representantes dos trabalhadores, a categoria acumula perdas salariais nos últimos anos e considera insuficiente a proposta de reajuste de 5,4%. Segundo os profissionais, as perdas acumuladas ultrapassam 12% nos últimos três anos, o que tem gerado forte insatisfação.


O movimento é liderado por entidades como a Associação dos Trabalhadores em Hospitais de Minas Gerais (Asthemg) e o Sindicato dos Trabalhadores da Rede Fhemig (Sindpros). O presidente das entidades, Carlos Martins, afirma que a paralisação é resultado da falta de valorização dos profissionais da saúde e de divergências com a política salarial do governo.


Ainda segundo o dirigente, parte dos trabalhadores — especialmente os profissionais da enfermagem que recebem complementação do piso nacional — pode não sentir impacto real no reajuste anunciado. Isso porque o aumento proposto pode ser compensado por reduções em gratificações, o que, na prática, manteria os salários praticamente inalterados.


A greve também levanta preocupações sobre possíveis impactos no atendimento da rede hospitalar estadual. A Fhemig é responsável por unidades importantes de saúde em Minas Gerais, e uma paralisação pode afetar a prestação de serviços à população, especialmente em setores essenciais.


Até o momento, o governo do estado não se pronunciou oficialmente sobre a paralisação. A expectativa é que novas negociações possam ocorrer para tentar evitar ou minimizar os efeitos da greve.


O caso evidencia a tensão entre servidores da saúde e o Executivo estadual, em um cenário de cobranças por melhores condições de trabalho, valorização profissional e recomposição salarial.

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