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Greve dos funcionários da Caixa continua por tempo indeterminado após rejeição de proposta

Foto do escritor: GUIA MIRAI
GUIA MIRAI
há 3 horas
2 min de leitura

Trabalhadores em Belo Horizonte e região rejeitaram a proposta apresentada pela direção da Caixa Econômica Federal para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT)


Por Guia Miraí

Fonte: Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte e Região


Os empregados da Caixa Econômica Federal em Belo Horizonte e região decidiram manter a greve por tempo indeterminado após rejeitarem a proposta apresentada pela direção do banco para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).


A decisão foi tomada em assembleia encerrada às 23h desta sexta-feira (11). Segundo o Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte e Região, 68% dos trabalhadores que participaram da votação foram contrários à proposta. Os demais votantes se posicionaram favoravelmente ou se abstiveram.


Saúde Caixa é uma das principais reivindicações


Entre os principais pontos de reivindicação da categoria está o Saúde Caixa. Os trabalhadores defendem que o banco amplie sua participação no custeio do plano de saúde, buscando condições consideradas mais acessíveis tanto para empregados da ativa quanto para aposentados.


De acordo com o sindicato, a proposta apresentada pela Caixa trouxe avanços em relação à versão que havia sido rejeitada anteriormente, em 4 de setembro. No entanto, a entidade afirma que o texto não contemplou reivindicações consideradas prioritárias pelos empregados.


Antes da votação, a proposta final do banco foi discutida em uma plenária virtual. Segundo o sindicato, 1.167 empregados participaram do encontro, que também abordou os termos do possível acordo e os impactos de uma eventual judicialização da negociação.


Novo ato está marcado para segunda-feira


Com a rejeição da proposta, a greve continua sem previsão de encerramento.


Um novo ato dos trabalhadores está marcado para segunda-feira (14), às 10h, em frente à Agência Singular da Caixa, localizada na Rua da Bahia, nº 1.680, no Centro de Belo Horizonte.


A categoria deve continuar mobilizada enquanto não houver uma nova proposta que atenda às reivindicações apresentadas pelos empregados.

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