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Copasa desmente fake news sobre consumo de água em Belo Horizonte, região metropolitana e Zona da Mata

  • Foto do escritor: GUIA MIRAI
    GUIA MIRAI
  • há 10 horas
  • 2 min de leitura

Por Guia Miraí


A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) divulgou nesta semana um comunicado oficial para desmentir informações falsas que circulam nas redes sociais e aplicativos de mensagens sobre a qualidade da água distribuída em Belo Horizonte e na Região Metropolitana.


Segundo a empresa, mensagens alarmistas afirmavam que a população deveria evitar o consumo de água da torneira pelos próximos sete dias após um incidente registrado em um trecho de adutora. A Copasa classificou o conteúdo como “desinformação grosseira” e alertou que o material utiliza indevidamente versões antigas do logotipo da companhia para tentar dar aparência de autenticidade.


De acordo com a nota oficial, toda a água tratada presente no trecho onde ocorreu o incidente foi integralmente descartada antes de chegar aos reservatórios de distribuição. A companhia informou ainda que, após a retirada do animal encontrado na tubulação, foi realizado um rigoroso processo de desinfecção química e limpeza profunda da rede.


A estatal afirmou que testes laboratoriais minuciosos comprovaram que a água distribuída atende integralmente aos padrões de potabilidade exigidos pelo Ministério da Saúde, garantindo segurança para o consumo imediato.

“A água fornecida é potável e segura, não sendo necessária a fervura ou substituição por água mineral”, destacou a empresa.


A Copasa também reforçou a importância do combate à desinformação e pediu que a população busque informações apenas nos canais oficiais da companhia e em veículos de imprensa confiáveis. A orientação é para que mensagens sem confirmação não sejam compartilhadas, evitando pânico e a propagação de notícias falsas.


O caso reacende o debate sobre o impacto das fake news em situações de interesse público, especialmente em temas ligados à saúde e abastecimento. Especialistas alertam que a disseminação de informações falsas pode gerar corridas desnecessárias a supermercados, aumento da insegurança da população e desconfiança em serviços essenciais.


A empresa afirmou que continuará monitorando a circulação das mensagens e reforçando a divulgação de informações oficiais para tranquilizar os consumidores.

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