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CONTA DE LUZ FICA MAIS CARA EM SETEMBRO COM A BANDEIRA VERMELHA NÍVEL 2, COMUNICA A ANEEL

  • Foto do escritor: GUIA MIRAI
    GUIA MIRAI
  • há 11 horas
  • 2 min de leitura
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Por Guia Miraí


Em um anúncio recente, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) comunicou que, a partir de setembro de 2025, os consumidores brasileiros terão que arcar com um custo mais elevado pela energia elétrica. Isso ocorre devido à manutenção da bandeira vermelha no patamar 2, o que implica um acréscimo de R$ 7,87 a cada 100 kWh consumidos.


A bandeira vermelha, que é acionada em momentos de escassez de energia ou custos elevados de geração, impacta diretamente no bolso do consumidor. Segundo a Aneel, o aumento é necessário devido a uma combinação de fatores climáticos e a crescente demanda por energia, o que exige o uso de usinas termoelétricas com custos mais altos para garantir o abastecimento de energia elétrica.


A decisão foi tomada após o reconhecimento de que as chuvas em várias regiões do país ficaram abaixo da média prevista, o que reduziu a geração de energia nas hidrelétricas. Com a redução no volume de água nos reservatórios, o governo e as autoridades responsáveis pela energia elétrica precisaram recorrer ao acionamento de termoelétricas, cuja operação é mais cara, em comparação com a geração hidrelétrica.


De acordo com a Aneel, a situação exigiu uma medida emergencial para garantir a continuidade do fornecimento de energia, justificando a manutenção da bandeira vermelha no patamar 2. “O cenário exige o acionamento de termoelétricas com custos superiores, justificando a manutenção da bandeira vermelha patamar 2”, explicou a agência reguladora.


Este aumento na tarifa de energia elétrica é um reflexo das dificuldades enfrentadas pelo setor energético brasileiro, especialmente com as mudanças climáticas que impactam diretamente na disponibilidade de recursos hídricos. A medida visa minimizar os impactos do baixo nível dos reservatórios, mas, ao mesmo tempo, impõe um desafio adicional para as famílias e empresas que já enfrentam dificuldades econômicas.


O governo e a Aneel ressaltam que a bandeira vermelha no patamar 2 permanecerá vigente até que o cenário de escassez de energia seja regularizado, o que dependerá da recuperação dos níveis dos reservatórios e da normalização das chuvas nas próximas semanas.


Impacto no Consumidor


A principal consequência do acionamento da bandeira vermelha no nível 2 é o aumento do valor da conta de luz. Para cada 100 kWh consumidos, o acréscimo será de R$ 7,87. Isso significa que, em uma residência que consuma 300 kWh por mês, o custo adicional será de R$ 23,61. O impacto pode ser ainda mais significativo em estabelecimentos comerciais e indústrias, que consomem grandes quantidades de energia.


As autoridades alertam os consumidores para que adotem medidas de economia de energia, como o uso racional de eletrodomésticos, a instalação de lâmpadas de LED, o desligamento de aparelhos quando não estiverem em uso, entre outras ações que possam ajudar a reduzir o consumo e, consequentemente, o impacto da bandeira vermelha nas contas de luz.


Perspectivas para o Futuro


A Aneel e o governo federal estão monitorando a situação de perto e aguardam uma recuperação das condições climáticas para avaliar se será necessário continuar com o acionamento das termoelétricas ou se é possível reduzir o custo da energia elétrica para os consumidores.


Enquanto isso, o alerta continua: com a bandeira vermelha no nível 2, o custo da energia elétrica deve continuar elevado até que a situação se normalize, o que coloca mais pressão sobre as finanças das famílias e empresas brasileiras.

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