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Anvisa determina recolhimento de lote de molho de tomate após identificação de pedaços de vidro

  • Foto do escritor: GUIA MIRAI
    GUIA MIRAI
  • há 18 horas
  • 2 min de leitura


Por Guia Miraí


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento imediato do lote LM283 do molho de tomate Passata de Pomodoro Di Puglia, da marca Mastromauro Granoro, após a identificação de pedaços de vidro no produto. A medida foi adotada como forma de proteger a saúde dos consumidores e evitar riscos graves à integridade física.


De acordo com a Anvisa, a irregularidade foi detectada a partir de um alerta emitido pela RASFF (Rapid Alert System for Food and Feed), sistema de alerta rápido da União Europeia utilizado para o compartilhamento de informações sobre riscos em alimentos e rações. O molho de tomate em questão é importado ao Brasil, e o aviso indicou a presença de fragmentos de vidro no lote específico.


Diante da notificação, a Anvisa determinou a suspensão imediata da comercialização, distribuição, importação, divulgação e consumo do produto no território nacional. O recolhimento deve ser realizado por importadores, distribuidores e estabelecimentos comerciais que possuam o lote afetado.


A presença de vidro em alimentos representa um risco grave à saúde, podendo causar cortes na boca, garganta e trato digestivo, além de outras complicações que podem exigir atendimento médico de urgência. Por isso, a Anvisa orienta que consumidores que tenham adquirido o produto não o utilizem, mesmo que não percebam alterações visíveis.


A recomendação é que o consumidor entre em contato com o estabelecimento onde realizou a compra ou com o importador para obter informações sobre devolução ou substituição do produto, conforme previsto no Código de Defesa do Consumidor.


A Anvisa reforçou que continuará monitorando o caso e poderá adotar outras medidas sanitárias, caso sejam identificadas novas irregularidades. O episódio também reacende o debate sobre a importância dos controles de qualidade na cadeia de produção e importação de alimentos, bem como da atuação integrada entre autoridades sanitárias internacionais.


Até o momento, não há informações oficiais sobre registros de pessoas feridas em decorrência do consumo do produto no Brasil. A agência destaca que denúncias podem ser feitas por meio dos canais oficiais de vigilância sanitária.


O recolhimento do lote LM283 segue em andamento, e a orientação principal é clara: quem tiver o produto em casa não deve consumi-lo.

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