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Tragédia em Itaúna: mulher é morta a tiros pelo ex-companheiro em prédio residencial; autor tira a própria vida

  • Foto do escritor: GUIA MIRAI
    GUIA MIRAI
  • 17 de fev.
  • 2 min de leitura


Por Guia Miraí


Uma mulher de 37 anos foi morta a tiros pelo ex-companheiro, de 34, na manhã do último domingo (15), no hall de entrada de um prédio residencial na região central de Itaúna, município localizado no Centro-Oeste de Minas Gerais. Após efetuar os disparos, o homem também atirou contra si e morreu ainda no local. O caso é investigado pela Polícia Civil como feminicídio seguido de suicídio.


De acordo com informações da Polícia Militar, a vítima chegava ao edifício acompanhada de um homem que havia conhecido poucos dias antes por meio de um aplicativo de relacionamentos. Nesse momento, o ex-marido a surpreendeu na entrada do prédio. Testemunhas relataram que houve uma discussão entre o agressor e a mulher antes de ele sacar a arma e efetuar vários disparos contra ela.


Logo após atingir a vítima, o autor voltou a arma contra si e disparou. Moradores acionaram imediatamente a Polícia Militar e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas, quando as equipes chegaram, ambos já estavam sem vida.


Segundo a PM, o casal havia sido casado e estava separado havia algum tempo. O histórico do agressor inclui registros policiais por crimes como roubo, ameaça, agressão e envolvimento com drogas. Durante a perícia e as buscas no veículo do suspeito, os militares encontraram uma substância semelhante à cocaína, além da arma de fogo utilizada no crime, que foi apreendida.


O homem que acompanhava a vítima não ficou ferido e prestou depoimento às autoridades como testemunha. A Polícia Civil realizou os trabalhos periciais no local e encaminhou os corpos ao Instituto Médico-Legal (IML).


O caso reacende o alerta para a violência contra a mulher, especialmente em situações envolvendo ex-companheiros. Em Minas Gerais, assim como em todo o país, o feminicídio — assassinato de mulheres por razões de gênero, frequentemente no contexto de violência doméstica ou familiar — permanece como uma das formas mais graves de violência.


As investigações prosseguem para esclarecer detalhes sobre a dinâmica do crime, incluindo como o autor teve acesso à arma e se havia medidas protetivas em vigor ou registros recentes de ameaças.

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