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Teoria que liga Lamine Yamal à capa da The Economist viraliza nas redes. Seria provas de “previsão”

Foto do escritor: GUIA MIRAI
GUIA MIRAI
19 de jul.
2 min de leitura

Por Guia Miraí


Uma publicação que vem circulando nas redes sociais voltou a alimentar teorias envolvendo a revista The Economist, o jovem astro espanhol Lamine Yamal e supostas mensagens ocultas sobre acontecimentos futuros. O conteúdo compara uma ilustração publicada anteriormente pela revista com uma fotografia recente do jogador, sugerindo que a imagem teria “previsto” sua ascensão no futebol mundial.


A publicação destaca semelhanças entre a pose de um jogador desenhado na capa da revista e uma imagem de Yamal durante uma partida da seleção espanhola. A partir dessa comparação, o post associa o atleta a antigas teorias da conspiração que envolvem simbolismos, sociedades secretas e o conceito de “programação preditiva”.


Segundo a narrativa compartilhada, Lionel Messi teria sido o “escolhido” de uma suposta agenda global e agora estaria passando esse papel para Lamine Yamal. No entanto, essas alegações são baseadas apenas em interpretações e especulações que circulam na internet.


O que é a teoria da “programação preditiva”?


A chamada “programação preditiva” é uma teoria da conspiração que afirma que filmes, revistas, capas de publicações e outras obras de mídia revelariam antecipadamente acontecimentos futuros como forma de preparar psicologicamente a população.


Apesar de ser amplamente difundida em fóruns e redes sociais, não existem evidências científicas ou documentais que comprovem que veículos de comunicação utilizem esse tipo de estratégia para anunciar eventos futuros.


Coincidência ou interpretação?


Especialistas em psicologia explicam que o cérebro humano possui uma tendência natural de encontrar padrões, mesmo quando eles não existem. Esse fenômeno, conhecido como apofenia, faz com que pessoas identifiquem conexões entre imagens, símbolos ou acontecimentos independentes.


Além disso, capas como as da The Economist costumam utilizar ilustrações simbólicas e metafóricas para representar tendências políticas, econômicas, tecnológicas e sociais, o que frequentemente abre espaço para diferentes interpretações.


Assim, a teoria permanece no campo das especulações compartilhadas por usuários da internet, sem confirmação por fatos verificáveis.

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